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Milagre move coração de médico ateu

Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios;

serei exaltado sobre a terra. (Salmos 46:10)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quero compartilhar com os leitores um milagre que aconteceu em minha família. Sou casado com Marta Rosana da Silva desde 1984, um relacionamento muito feliz desde o dia que conhecemos ao Senhor Jesus e entregamos nossa vida a Ele no ano de 1994.

 

Marta sempre foi uma pessoa muito dinâmica, trabalhadeira, estudiosa e uma mãe e esposa muito dedicada, uma serva de Deus exemplar no servir e congregar, o estilo de mulher que enquanto faz a comida, ajuda o marido no aconselhamento da igreja, prepara a monografia da faculdade, faxina a casa, cuida das crianças, atende telefone, prepara a sobremesa, etc. Nunca se queixava de nada, nem das dificuldades da vida e nem de saúde. Como dizia um amigo, “a pilha dela é de carga dobrada”.

 

Mas, um dia, Marta me reclamou que estava sentindo um incomodo no quadril, por ela executar todas estas funções, imaginamos que poderia ter dado um mau jeito. À tarde a dor se intensificou e expandiu para a coxa, quando resolveu a tomar um analgésico e repousar. Chegando a noite, já estava, por efeito da medicação, se sentindo aliviada. Ela preparou o jantar e fomos dormir mas, pela na madrugada acordei com ela se virando de um lado para o outro, gemendo, estava sentindo muita dor. Falei com ela para irmos ao médico naquela hora, ela preferiu aguardar o amanhecer para não deixar as crianças só naquele horário e aguardamos o dia clarear.

 

Ao amanhecer, fomos em uma clinica e solicitamos uma consulta particular com um excelente ortopedista da região que nos atendeu de imediato, pois Marta estava com muita dor, mancando e com a perna toda inchada. Quando o doutor foi examinar, disse: “Este caso não é comigo!”. Eu questionei: “O senhor não é ortopedista?”. Ele disse que sim mas ela estaria precisando ser atendida urgentemente por um cardiovascular, pois estava com sintomas de má circulação sanguínea.

 

Naquele mesmo momento o médico pegou seu celular e efetuou uma ligação, dizendo: “Doutor Wellington Araújo, estou com uma paciente, esposa de um amigo meu, preciso que o senhor atenda ela agora!”. Detalhe, eu não o conhecia, só tinha referência que era um excelente especialista. Naquele momento ele me levou até a janela e mostrou um prédio, e me disse para levar ela agora, pois o outro médico já estava aguardando.

Como leigo, pensava que cardiovascular era para problemas no coração e mesmo sem entender o que estava acontecendo, peguei minha esposa, quase carregada, e fomos para a outra clínica.

 

Chegando ao outro prédio o porteiro já estava segurando o elevador. Quando subimos, a recepcionista já estava na porta do elevador e nos conduziu direto para o consultório. O médico estava nos aguardando de pé em frente a sua mesa. Assim que entramos ele olhou para a minha esposa, dos pés até os olhos, e disse: “Sua esposa está com Trombose, e tudo indica que é Trombose Aguda!”. Eu exclamei: “Como o senhor pode afirmar isso? Trombose?”.

 

Levamos para uma maca e ele examinando explicou que a perna estava inchada por falta de circulação e por não haver oxigenação as células estavam morrendo, e isso é o que provoca a dor. Ele pegou um aparelho e aproximou da perna boa, os ponteiros foram acionados e um bip constante soava. Quando aproximou da perna enferma o aparelho ficou inerte e sem ruído. Decidindo interna-la imediatamente, pediu para que a levasse para o hospital na quadra ao lado, que já estava tudo preparado.

 

Fiz imediatamente, pois a preocupação era grande mesmo sem conversar com o médico sobre como seria o tratamento. Ao chegar ao hospital, levaram Marta para o interior do hospital e me pediram para preencher uma papelada, no meio tinha uma autorização para a cirurgia, perguntei para a atendente para que aquela autorização e ela me disse que é a autorização para a cirurgia. Mas que cirurgia? Ela me disse que era a cirurgia de amputação do membro inferior direito da senhora Marta.

 

Peguei os papeis e disse para moça que não darei autorização antes de conversar com o médico e sai correndo de volta para o consultório. No caminho, encontro com o Dr. Wellington Araújo e o questionei. “Senhor José Teodoro eu não falei qual era o procedimento por causa do estado emocional da senhora Marta, ela está muito abatida e sofrendo muito, minha equipe vai prepara-la.”. Eu interrompi dizendo que não queria que ela sofresse uma amputação, ele disse, “Não quero que minha paciente morra, se esperarmos mais dois ou três dias a perna pode necrosar provocando uma infecção e perderíamos a paciente, por isso que marquei a cirurgia para hoje mesmo!”.

 

Ele me disse dois a três dias, mas eu pedi dois dias e que se Deus não fizer nada eu autorizo a cirurgia. Ele me disse que não estava entendendo a gravidade e que gastaria meu dinheiro sem necessidade, pois diárias de hospital não é barato. Disse a ele que, o mesmo Deus que vai curar minha esposa me dará condições para suprir todas as despesas. “Dois dias, nem um minuto a mais!”, ele me disse.

 

Fomos ao hospital, Marta foi medicada para aliviar a dor, instalaram alguns equipamentos para monitoramento e acionaram a equipe do Ultrassom para avaliar o ponto da cirurgia.

 

Aguardei todos saírem para conversar a sós com minha amada, contei para ela o que estava acontecendo, e ela me disse que já estava sabendo, porque a médica que fez o exame do Ultrassom, conforme subia pela perna com o aparelho lamentava dizendo “coitadinha tão nova!”. Marta perguntou, o porquê e ela disse que é porque a perna toda esta como morta, sem circulação, e que a amputação seria na altura da virilha.

 

Choramos muito! Falei com ela que, como está escrito na Palavra de Deus, “tudo contribui para o bem daqueles que amam a Deus”.

 

Tenho sondado minha vida, e até onde vejo, não tenho encontrado pecado, a não ser que oro a Deus muito pouco e que fiz um propósito de orar em vigília esta noite toda, pedindo a Deus misericórdia e que te cure antes do prazo do médico. Se for vontade de Deus, Ele há de te curar, se não for Sua vontade, Ele continuará sendo nosso Deus.

 

Ela me disse que o seu problema era o mesmo, embora sempre ora mais do que eu e que faria o mesmo propósito, mesmo internada passaria a noite em vigília de oração e me aguardaria na visita. Fui para casa, conversei com as crianças, fizemos uma oração por ela, coloquei no banho, preparei o jantar, coloquei eles para dormir e fui para a sala e comecei a orar a Deus.

 

Por volta da uma hora da madrugada, tomado pela emoção e envolvido na oração, o telefone toca. Atendi preocupado pensando ser do hospital mas era um irmão dirigido pelo Espírito Santo, profetizando par confortar meu coração dizendo: “Aquietai-vos e sabei que sou Deus! O Senhor me mostrou que está desde o principio da noite em sua sala orando a ELE e Ele tem ouvido sua oração, eu e minha esposa vamos passar o restante da noite em oração, não para pedir, mais para agradecer o milagre!”.

 

A alegria entrou no meu coração e me revitalizou na continuidade da vigília, às 6:00 horas encerrei a oração, preparei o café dos filhos, me arrumei, fui para o trabalho e de lá para o hospital, sempre em constante oração.

 

Ao chegar ao hospital, a jovem da recepção me cumprimentou pelo nome, o vigia abriu a porta que da para os quartos me convidando para entrar, entrei meio encabulado, porque normalmente existe uma burocracia para ter acesso ao paciente. Chegando ao corredor escuto um barulho de várias pessoas falando ao mesmo tempo no final do corredor, que também é estranho, pois se exige silêncio no ambiente hospitalar, porém, como estava ansioso para ver minha esposa, fui direto para o quarto. Abrindo devagar a porta, a vi na cama com o corpo coberto, com os braços para fora do lençol segurando uma Bíblia.

 

Perguntei se estava bem? Ela disse que sim. Perguntei sobre a  perna e ela puxou o lençol e me mostrou e disse que o médico acabara de examinar e constatou que a circulação do sangue voltou, milagrosamente, e que o nosso Deus realmente existe e faz milagres.

 

Me alegrei com ela e saí correndo para encontrar com o médico, ele estava no final do corredor com vários funcionários do hospital dizendo que Deus existe e curou sua paciente!

 

Naquele dia decidimos fazer a obra de Deus, nos colocamos a disposição, cooperamos até o dia da nossa chamada quando o Senhor trouxe o pastor Anselmo Silvestre acompanhado pelos pastores José Vieira Izidório e Adailton Cosmo de Araújo, me chamando para estar ao seu lado como ceifeiro da ceara em Minas Gerais.

 

Pr. José Teodoro da Silva

 

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