NATAL – Celebração da Esperança


Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado, e o governo está sobre os seus ombros.

E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz. Isaías 9:6

O ano está findando e com o findar de mais um ano nos vem a euforia das festas, não é mesmo? No mês de dezembro, duas se destacam: Natal e Ano Novo. Popularmente o Natal é o aniversário do nascimento de Jesus. É a data em que boa parte dos cristãos dão ênfase no sentido de fazer menção do nascimento de Jesus.


A bem verdade é que não é possível afirmar com certeza em qual data exata que Jesus nasceu. Ao ler os Evangelhos notamos que os evangelistas não deram muita atenção quanto ao registro exato do dia, neste sentido a Bíblia fica em silêncio. Por outro lado e, ao contrário do que pensam muitos cristãos, a Igreja não somente pode, mas deve sim comemorar o nascimento de Jesus, nosso Senhor!


O fato de a sociedade em que vivemos não dar o devido valor e honra ao nascimento de Jesus, fazendo desta data uma data meramente festiva, oportuna ao consumismo, a bebedices e glutonarias, não pode ofuscar e constranger a Igreja ao ponto de ela não comemorar com a devida honra o nascimento de Jesus.


Mas afinal de contas, qual é mesmo o sentido e o valor do natal? Como deve a Igreja comemorar o Natal? Para pensarmos nessas questões, precisamos antes de tudo considerar pelo menos três palavras: PECADO – CONDENAÇÃO – ESPERANÇA.


PECADO: A Palavra de Deus diz que o pecado, uma fez introduzido no mundo trouxe consigo o eterno distanciamento de Deus. Como consequência desse distanciamento veio todo tipo de amarguras, tristezas, desilusões, angustias e falta de esperança. Com a entrada do pecado no mundo, tudo ficou frio, sem cor, sem alegria. (Rm 3.23)


CONDENAÇÃO: Como fruto direto do pecado, veio a condenação. Quando o homem provou o pecado foi automaticamente julgado e condenado a viver eternamente afastado de Deus. O pecado condenou a raça humana que, uma vez condenada passou a viver profundamente a falta de esperança. (Rm 6.23)


ESPERANÇA: “Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado, e o governo está sobre os seus ombros. E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz.” (Isaías 9:6). O que um condenado mais deseja? É ser perdoado e receber a liberdade. No caso da raça humana somente a intervenção de Deus seria capaz de perdoá-la e livrá-la da condenação. E Deus interveio! Glórias a Deus! A intervenção de Deus tem nome: Jesus Cristo! O nascimento de Jesus, a entrada de Jesus no mundo representou o renovo da esperança humana. Em Jesus Cristo, tudo se fez novo e possível. Não há mais motivos para viver como quem não tem esperança, como quem não tem diante de si possibilidades de dias melhores, de vida melhor e, acima de tudo, ser plenamente salvo da condenação de viver eternamente longe de Deus.


Quando a Igreja celebra do Natal, ela o faz como quem celebra a vida. Ela o faz como quem celebra o renascimento das possibilidades. O Natal celebrado pela Igreja é a festa comemorativa cujo tema principal é: Graças a Deus que enviou Jesus para nos libertar da condenação do pecado e da morte! Sonhos se renovam, projetos se tornam possíveis, a vida renasce. (1 Co 15.57)


Com base nessa esperança chamada Jesus Cristo, que se renova no Natal, é que desejo convidá-lo a fazer um balanço sobre a vida. Considerar como foi o ano que está findando, redirecionar a vida, renovar os projetos, voltar a sonhar, abraçar as possibilidades, crer no impossível, e no nome de Jesus, dar um salto rumo à vitória, vitória esta, conquistada por meio da entrada de Jesus no mundo. Celebremos o Natal!


Desejo a você e sua família, tudo o que o nascimento milagroso de Jesus representa!

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